(Extraído da Carta de São Pedro)
A definição das Políticas Municipais de Agricultura Sustentável e de Segurança Alimentar;
O incentivo à implantação de Sistemas Agroflorestais;
A elaboração de projetos de microbacias em parcerias com as associações de produtores rurais; a atuação política na busca de recursos para o financiamento da execução destes projetos;
O apoio permanente aos pequenos produtores rurais, com atividades de extensão rural destinadas a promover a agricultura sustentável;
A prioridade na melhoria das condições de vida dos moradores de áreas rurais;
O estímulo ao associativismo e cooperativismo.
O Zoneamento Ecológico-Econômico, que incentive os “produtores verdes” com compensações financeiras.
O debate no âmbito do Comitê de Bacia de forma que os municípios se associem na definição de políticas públicas regionais para uma agricultura sustentável;
O incentivo permanente às feiras locais de produtos orgânicos;
A isenção do ITR para os produtores rurais que averbarem e vierem a providenciar o cercamento das suas áreas de reserva legal;
As parcerias e convênios com Instituições de pesquisas, Universidades e afins como forma de ampliar a qualidade de informações, o conhecimento sobre a realidade dos produtores rurais e a prestação de serviços aos mesmos por meio das atividades de ensino, pesquisa e extensão universitária;
Os incentivos fiscais às agroindústrias que utilizem matérias primas locais produzidas em sistemas agroflorestais e/ou com métodos de agricultura orgânica;
A criação de programa específico de Educação Ambiental destinado aos produtores rurais, de modo a difundir os princípios da agricultura sustentável e os impactos da produção agrícola do modelo “revolução verde”, altamente intensiva quanto ao uso de energia e de produtos químicos.
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