Estive durante 15 dias como estagiário no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, árquipelago no extremo sul da Bahia e fiquei impressionado com a precária estrutura para a gestão e fiscalização do primeiro Parque Nacional Marinho do Brasil e o mais importante banco de corais do Atlântico Sul, além de espaço para reprodução das baleias jubarte, especies de tartarugas marinha e outros animais.
O PARNAM só possui dois guarda parques, que se revezam de 20 em 20 dias na gestão, baseados na ilha St Barbara, e tem a sua disposição um pequeno bote em situação precária: todo remendado e colado. Há um centro de visitantes pouco visitado: fora do roteiro e escondido. A estrutura para receber o turista é minima. O controle de embarcações não existe.
A proposta é que nosso programa formule a profissionalização da gestão de nossas UCs, nesse caso federais. Por que projetos como o TAMAR, o Baleia Jubarte conseguem profissionalizar suas gestões, montam lojas e organizam o acesso de forma a garantir o financiamento de suas atividades.
O primeiro passo foi dado com a instituição do ICMBIO. Agora é preciso avançar e criar um sistema nacional que defina parametros e diretrizes para a gestão.
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