O discurso sobre políticas orientadas para a juventude é assumido de forma explícita e intencional mais recentemente no Brasil, ainda que vários autores afirmem a preocupação do Estado, na América Latina a partir da década de 70, com a formatação de políticas públicas para o público de jovens (ver CEPAL
2000 e Rodríguez 2002, entre outros).
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