Fundação Verde Herbert Daniel

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GOVERNANÇA DEMOCRÁTICA: compromisso em adotar a Governança Democrática como forma dos verdes governarem. A Governança Democrática é o resultado da inter-relação dos atores sociais, empresas, cidadãos e suas organizações, e governos, que proporciona ao cidadão-gestor atuar co-articuladamente e operando em rede, visando a implementação de objetivos construídos participativamente dentro duma visão de futuro compartilhada. A Governança é solidária enquanto valor intrínseco e necessário para a mudança na cultura política local, capaz de promover a participação de vários segmentos sociais na resolução de problemas e aproveitamento de oportunidades, mas também como finalidade ulterior, de promoção de um valor maior do que a competição e o jogo do perde-ganha, sendo neste caso todos ganhadores e integrantes de uma parceria que exercita a cooperação. É a verdadeira democracia participativa se efetivando, enraizada na necessidade de inovação e promoção de uma nova cultura política capaz de induzir ao desenvolvimento sustentável através da valorização dos ativos existentes, das potencialidades, das capacidades, do aproveitamento das oportunidades e da solução dos problemas pelo envolvimento e co-participação do(a)s interessado(a)s com o aproveitando dos recursos já existentes. O princípio fundante da governança democrática, é enxergar as políticas públicas enquanto resultado da "inter-ação" entre governos (municipal, estadual, e federal), sociedade civil/cidadãos e empresariado na resolução de problemas e no aproveitamento das oportunidades. A Governança não se faz pela simples aplicação de uma metodologia, por mais detalhada e explícita que seja ou pela contratação de especialistas intelectual e politicamente preparados, mas, sobretudo, pela mudança de atitude, pelo respeito com o outro, aceitando-o e envolvendo-o apenas no que for de sua vontade, estimulando as sinergias voltadas ao desenvolvimento, que enquanto rede configura-se no que essencialmente chamamos de sustentabilidade. A vantagem da adoção do modelo de gestão da governança democrática para as cidades, reside fundamentalmente na ampliação da cultura da participação, no estímulo a inovação, e na mobilização dos recursos já existentes, colocando-os a serviço do desenvolvimento, e na inserção global das cidades no mapa estratégico da democracia participativa, que cresce a cada dia, na grande rede de cidades em busca da sustentabilidade.

Fonte: www.pauloaraujosociologo.com
Anexos
Minha sugestão talvez vá na mesma linha que a do Paulo Araújo, apesar de eu nunca ter escutado o termo governança democrática.
Gostaria de propor a bandeira da Democracia Direta enquanto uma utopia viável para os tempos futuros, pensando o que poderia ser feito já, nessa direção.
Como o PV é um partido aberto ao novo, e a novas formas de política, acho que está na hora de colocar no programa de governo as possibilidades que o mundo de hoje traz no sentido de tornar a política mais participativa.
O foco deste tema seria: aumentar a participação popular nas decisões públicas.
Sabemos como a internet e os avanços da comunicação tornaram muito mais fáceis e efetivos os fóruns e a dispersão de temas.
Penso que já é hora de fazer política com essa nova realidade.
Temos à nossa disposição formas simples de atingir alguns objetivos de grandeza considerável, que são:
1- aproximar a população da coisa pública
2- acelerar e universalizar a transparência e o controle dos processos públicos
3- ganhar poder de pressão atraves da formação de grupos interessados em lutar por causas diversas

Estou à disposição para discutir, e trabalhar nessa idéia.

Um abraço a todos,
Cristiano Avila
tichiavila@gmail.com
"JUVENTUDE LEVADA À SÉRIO!!! "ESTE DEVE SER O TEMA
Acredito que um tema que não deva faltar nesta nova estapa, é o reconhecimento da juventude como parte do processo, acolhendo suas idéias, não só no papel, mas na prática.
A juventude deve ser o pilar desta mudança, desta oxigenação e não só se reunir e deixar que as idéias fiquem no papel.
Reorganizar sem efetivar na pratica é o mesmo que nada fazer. Vamos abrir espaço para esta juventude que está carente de mudanças, desta juventude que aclama por política públicas verdadeiras e eficazes.
Jovens no poder, é bonito de dizer, mas se nada acontecer.....ficamos na mesma.
Que nesta nova etapa o jovem possa fazer parte do processo, dar suas idéias, opiniões, e principalmente participar do processo, não como espectador, mas como ator principal, que nossos dirigentes pensem na participação efetiva de jovens que queiram participar, e mais que estes jovens cobrem por esta participação e associem mais jovens ao processo.
Acredito que esta oportunidade é não digo única, mas rara, e temos que aproveitar o momento
Obrigado, amigo Marcus,

Estou agora falando de São Paulo onde estive na EXPO Brasil Desenvolvimento Local 2009. Assisti uma palestra com a Susan Andrews do movimento FIB - Felicidade Interna Bruta que se contrapõe a medida da riqueza pelo PIB, introduzindo novas variáveis como bem-estar e qualidade de vida as quais devem orientar as políticas públicas. Acho que vale a pena o PV também introduzir este debate: www.felicidadeinternabruta.org.br

Marcus Vinícius Simioni disse:
A sua ideia é muito boa. Vai de encontro com o que ocorre no Partido Verde colombiano, http://www.lasillavacia.com/historia/5383


Paulo Araújo disse:
GOVERNANÇA DEMOCRÁTICA: compromisso em adotar a Governança Democrática como forma dos verdes governarem. A Governança Democrática é o resultado da inter-relação dos atores sociais, empresas, cidadãos e suas organizações, e governos, que proporciona ao cidadão-gestor atuar co-articuladamente e operando em rede, visando a implementação de objetivos construídos participativamente dentro duma visão de futuro compartilhada. A Governança é solidária enquanto valor intrínseco e necessário para a mudança na cultura política local, capaz de promover a participação de vários segmentos sociais na resolução de problemas e aproveitamento de oportunidades, mas também como finalidade ulterior, de promoção de um valor maior do que a competição e o jogo do perde-ganha, sendo neste caso todos ganhadores e integrantes de uma parceria que exercita a cooperação. É a verdadeira democracia participativa se efetivando, enraizada na necessidade de inovação e promoção de uma nova cultura política capaz de induzir ao desenvolvimento sustentável através da valorização dos ativos existentes, das potencialidades, das capacidades, do aproveitamento das oportunidades e da solução dos problemas pelo envolvimento e co-participação do(a)s interessado(a)s com o aproveitando dos recursos já existentes. O princípio fundante da governança democrática, é enxergar as políticas públicas enquanto resultado da "inter-ação" entre governos (municipal, estadual, e federal), sociedade civil/cidadãos e empresariado na resolução de problemas e no aproveitamento das oportunidades. A Governança não se faz pela simples aplicação de uma metodologia, por mais detalhada e explícita que seja ou pela contratação de especialistas intelectual e politicamente preparados, mas, sobretudo, pela mudança de atitude, pelo respeito com o outro, aceitando-o e envolvendo-o apenas no que for de sua vontade, estimulando as sinergias voltadas ao desenvolvimento, que enquanto rede configura-se no que essencialmente chamamos de sustentabilidade. A vantagem da adoção do modelo de gestão da governança democrática para as cidades, reside fundamentalmente na ampliação da cultura da participação, no estímulo a inovação, e na mobilização dos recursos já existentes, colocando-os a serviço do desenvolvimento, e na inserção global das cidades no mapa estratégico da democracia participativa, que cresce a cada dia, na grande rede de cidades em busca da sustentabilidade.

Fonte: www.pauloaraujosociologo.com
oiiiee ! Minha contribuição é sobre o tópico Cultura e Comunicação

Exigir em todas as televisões legendas para surdos.

Criar programa de orientação para o bom uso da internet, nas escolas, em inserções na tv, cartilhas, ensinando a todos como usar esse portal de informações. Nossa biblioteca mundial.

Em horários de pico exibir curtos programas educativos sociais.

Comunicação com cultura. Reeducar nossas manchetes. Mostrar a cultura do mundo e principalmente a nossa, as pessoas vivenciam alguns dos mesmos problemas no mundo todo.

Informar ações governamentais, informar leis que estarão sendo votadas, pedir opinião da população em horário nobre em todas as redes abertas de televisão e rádios por algum 0800, ou algum site, ou carta, ou sedex, fazendo exercer de uma forma mais válida nossa escolhida democracia.


Quase todas as famílias brasileiras assistem a TV brasileira, no conjunto da chamada educação esse meio de comunicação é muito importante contando que um aluno fica metade do tempo na escola e a outra metade com a possibilidade de ver a TV . Por isso precisamos rever, atualizar, ser mais crítico com o que querermos que entre nas nossas casas.

Vlw pelo espaço!!
Gostaria de fazer duas contribuições de tópicos importantes para a saúde das relações políticas no Brasil:

POLÍTICA INTERNACIONAL - CONSTRUÇÃO DE UMA LIDERANÇA POSITIVA NA REGIÃO E NO MUNDO
O Brasil está assumindo a cada dia uma posição de destaque no sistema internacional. Para o resto do mundo, somos uma liderança na América do Sul. Se, por um lado, isto aumenta o respeito e a atenção às demandas do Brasil, por outro nos coloca o desafio de exercermos uma liderança positiva tanto no continente quanto no mundo. O exercício desta liderança deve se fundamentar em princípios, como:
a) Defesa da soberania nacional e da autodeterminação dos povos, para construção de um mundo que se integre no pluralismo
b) Fortalecimento dos mecanismos multilaterais de governança internacional
c) Defesa dos Direitos Humanos, e fortalecimento de mecanismos de justiça global, como o Tribunal Penal Internacional
d) Política de Segurança Nacional baseada no multilateralismo, na pluralidade cultural internacional e na prioridade de soluções diplomáticas
e) Avanço da integração econômica, política, social e cultural da América do Sul, fortalecendo a governança de fóruns multilaterais como Unasul e Mercosul
f) Defesa da democracia como princípio do sistema panamericano e do estado de direito como princípio global.

CONSTRUÇÃO DE MAIORIAS E DIÁLOGO ENTRE PODERES

A defesa da construção de relações saudáveis entre poderes, sem fisiologismo nem autoritarismo, deve ser um princípio fundamental da atuação do PV, no Executivo ou no Legislativo. O Partido deve ser reconhecido como um defensor do diálogo construtivo entre os poderes, que preserve a independência de cada um e se fundamente no debate de propostas para o país.
Pela Redução da Jornada de Trabalho - Uma Política do Tempo

Brasileiro passa a maior parte de sua vida adulta no trabalho. Se considerarmos o tempo que temos acordados (16 horas), 11 horas, em média, estamos envolvidos com atividades relacionadas ao trabalho (seja o deslocamento de casa para o trabalho e vice-versa, seja o trabalho em sí, seja o horário de almoço). Além do tempo no trabalho, há também as atividades burocráticas do dia-a-dia, como supermercado, pagamento de contas, buscar filhos na escola, etc... Então qual o tempo que sobra para o brasileiro realmente descansar, criar, brincar, se informar e participar da vida democrática?

Não há possibilidade de consolidação da democracia participativa se o brasileiro não tiver tempo livre para participar, por exemplo, dos Conselhos Municipais, consultas públicas, conferencias, associação de bairro, reuniões de condomínio, elaboração do orçamento participativo, elaborar propostas de leis de iniciativa popular, etc. Além da democracia participativa, como aperfeiçoar a democracia representativa sem ter tempo para fiscalizar uma obra pública, acompanhar uma seção do legislativo, le os programas de governo etc?

Com mais tempo livre o brasileiro poderá se dedicar mais nas atividades criativas que possam contribuir para dar soluções ecológicas a vários problemas. Poderá ter tempo para se deslocar de modo mais sustentável. Poderá se alimentar com mais calma e melhor. Poderá participar mais ativamente na formação dos seus filhos, consolidando os valores que ele achar importante...

O economista como Marcio Pochmann (presidente do IPEA) afirma que jornadas de trabalho de 25 horas semanais já é tecnicamente possível. Na Holanda a jornada de trabalho anual é de menos de 1.4 mil horas por ano.

A redução da jornada de trabalho, inclusive, pode ajudar a solucionar a questão do desemprego. Vivemos num sistema equivocado em que muitos trabalhem em excesso e muitos outros não tem trabalho. Algo está errado!!!

O Brasileiro está satisfeito com sua jornada de trabalho? Mas qual a jornada de necessária e desejável no Brasil? Como fazer para avançarmos nesse assunto?

Creio que o PV tem de colocar em sua plataforma para 2010 a institucionalização do debate acerca do Tempo de Trabalho e do Tempo Livre, de modo a construirmos uma agenda política para nos libertarmos do trabalho enquanto condenação.

Quanto tempo precisamos para isso, 5, 10, 15, 20, 30 anos? Vamos começar um processo de transição agora?

Texto provocativo/reflexivo: Por uma política do tempo
O PV precisa se posicionar a respeito do tamanho do estado. Sugiro como referência a adoção dos critérios de Francis Fukuyama.

Fukuyama levanta questionamentos à abordagem que fizemos no debate todo sobre o que é estado forte ou fraco. Para ele, o que chamamos de força do estado pode ser duas coisas diferentes: escopo de atribuições e capacidade. Escopo diz respeito às tarefas que o estado assume para si. Capacidade é a eficiência do estado na realização destas tarefas.

Para Fukuyama, a abordagem neoliberal foca na redução do escopo do estado, mas na prática levou à redução da sua capacidade. Por isso, ele acredita que a abordagem mais correta não é elevar ou reduzir escopo – privatizar ou não, por exemplo – mas assegurar que o estado seja eficiente ao realizar as tarefas que se propõe. Ou seja, ter servidores públicos de alto nível e indicadores que possibilitem mensurar os resultados e gerir os serviços públicos. Este é um estado forte no bom sentido.
Concordo no caso de majoritários. No caso de proporcionais, as legendas coligadas teriam o mesmo tempo.

Carlos Alberto C. N. disse:
sugestão:

garantir a candidatos a igualdade de condições para concorrer, igual tempo de tv, igual parcela dos recursos do fundo partidario, etc...
Porque não começar pela democracia interna? Proponho:
Mandato do Presidente não pode durar mais de 4 anos, com uma reeleição. Mesma coisa no caso de Diretórios Estaduais e Municipais.
A votação para as eleições dos Diretórios nacional e estadual ocorrerão no ano seguinte, no máximo ate 6 meses após as eleições nacional e estadual.
A votação para o Diretório Municipal ocorrerá no ano seguinte, no máximo até 6 meses após as eleições municipais.
A posse ocorrerá 30 dias após a ratificação dos resultados.
Bem apontado Paulo. Sugiro acrescentar ao programa do partido a luta pela efetivação dos mecanismos de DEMOCRACIA DIRETA. Contamos com um verdadeiro absurdo em nossa Constituição, onde o mandante (Nós, o povo.) somos tutelados pelos mandatários, devendo chegar a ser piada no exterior. Trata-se do instituto do PLEBISCITO, onde apenas o Congresso pode requerê-lo. Não podemos perder a oportunidade para propor e lutar pela introdução de mudanças, tornando possível que o próprio povo possa requerer o plebiscito, a exemplo do que se fez com a inicitiva popular que resultou no projeto Ficha Limpa.


ite>Paulo Araújo disse:
GOVERNANÇA DEMOCRÁTICA: compromisso em adotar a Governança Democrática como forma dos verdes governarem. A Governança Democrática é o resultado da inter-relação dos atores sociais, empresas, cidadãos e suas organizações, e governos, que proporciona ao cidadão-gestor atuar co-articuladamente e operando em rede, visando a implementação de objetivos construídos participativamente dentro duma visão de futuro compartilhada. A Governança é solidária enquanto valor intrínseco e necessário para a mudança na cultura política local, capaz de promover a participação de vários segmentos sociais na resolução de problemas e aproveitamento de oportunidades, mas também como finalidade ulterior, de promoção de um valor maior do que a competição e o jogo do perde-ganha, sendo neste caso todos ganhadores e integrantes de uma parceria que exercita a cooperação. É a verdadeira democracia participativa se efetivando, enraizada na necessidade de inovação e promoção de uma nova cultura política capaz de induzir ao desenvolvimento sustentável através da valorização dos ativos existentes, das potencialidades, das capacidades, do aproveitamento das oportunidades e da solução dos problemas pelo envolvimento e co-participação do(a)s interessado(a)s com o aproveitando dos recursos já existentes. O princípio fundante da governança democrática, é enxergar as políticas públicas enquanto resultado da "inter-ação" entre governos (municipal, estadual, e federal), sociedade civil/cidadãos e empresariado na resolução de problemas e no aproveitamento das oportunidades. A Governança não se faz pela simples aplicação de uma metodologia, por mais detalhada e explícita que seja ou pela contratação de especialistas intelectual e politicamente preparados, mas, sobretudo, pela mudança de atitude, pelo respeito com o outro, aceitando-o e envolvendo-o apenas no que for de sua vontade, estimulando as sinergias voltadas ao desenvolvimento, que enquanto rede configura-se no que essencialmente chamamos de sustentabilidade. A vantagem da adoção do modelo de gestão da governança democrática para as cidades, reside fundamentalmente na ampliação da cultura da participação, no estímulo a inovação, e na mobilização dos recursos já existentes, colocando-os a serviço do desenvolvimento, e na inserção global das cidades no mapa estratégico da democracia participativa, que cresce a cada dia, na grande rede de cidades em busca da sustentabilidade.

Fonte: www.pauloaraujosociologo.com

devemos mundar as leis do partido verde para melho nao para pior

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