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Carlos Garcia

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Discussões de Carlos Garcia

Rumo a Copenhague 3

Started 7 Dez, 2009 0 Respostas

04/12/2009Emissões de gases de efeito estufaPor Gilberto Abreu, vereador PV Ribeirão Preto, sociólogo, professor e Doutor em Educação pela Unicamp.Desde o início da Revolução Industrial as…Continuar

Rumo a Copenhague 2

Started 27 Nov, 2009 0 Respostas

27/11/2009Por Gilberto Abreu, vereador PV de Ribeirão PretoUma ducha de água fria... ou não?Ban Ki-moon - Secretário Geral da ONU:"Deixarmos de fechar um pacto amplo em Copenhague seria moralmente…Continuar

Rumo a Copenhague 1

Started 27 Nov, 2009 0 Respostas

Por Gilberto Abreu, vereador PV de Ribeirão Preto.27/11/2009O clima e ação do homem“Para eliminar a fome no mundo moderno, é crucial entender a causação das fomes coletivas de um modo amplo, e não…Continuar

O vilão das cidades, por Gilberto Abreu, vereador PV de Ribeirão Preto

Started 24 Nov, 2009 0 Respostas

24/11/2009Que cidade tínhamos?O privilégio dado ao automóvel há um século, desde que Henry Ford transformou-o em “símbolo” da vida moderna, em 1914, teve e tem efeitos deletérios. Subordinou o…Continuar

 

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Rumo a Copenhague 3

04/12/2009Emissões de gases de efeito estufaPor Gilberto Abreu, vereador PV Ribeirão Preto, sociólogo, professor e Doutor em Educação pela Unicamp.Desde o início da Revolução Industrial as concentrações atmosféricas de dióxido de carbono aumentaram em torno de 25 por cento, por conta da utilização crescente dos chamados combustíveis fósseis: carvão, petróleo e gás, e aumentam na razão de 0,4 por cento ao ano, ou o equivalente a 6 bilhões de toneladas de carbono. A metade dessa cifra gigantesca…Ver mais...
Discussão postada por Carlos Garcia 7 Dez, 2009
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“Psiqué, Cultura e Sociedade” em Cine Clube Cauim

7 dezembro 2009 de 20 a 22
Os próprios idealizadores do projeto “Psiqué, Cultura e Sociedade” encerram o ciclo de palestras programadas para 2009. O sociólogo e professor Gilberto Abreu e o psicanalista Luis Henrique Milan Novaes apresentam visões diferenciadas, cada qual na sua área, para incentivar e iniciar um debate sobre o tema proposto: “O mal estar na modernidade”.Neste último evento do ano, os palestrantes vão abordar as questões sociais e psicológicas da vida moderna e os males causados em decorrência do…Ver mais...
Evento postado por Carlos Garcia 6 Dez, 2009
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Uma Humanidade

O ser humano precisa promover urgentemente sua própria revolução da auto-observação, para se dar conta de que somos Um Corpo, Um Espírito, Uma Humanidade. E que vivemos, todos, num planeta que não temos o direito de destruir, simplesmente por que…
Foto postada por Carlos Garcia 27 Nov, 2009
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Discussões postadas por Carlos Garcia 27 Nov, 2009
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O vilão das cidades, por Gilberto Abreu, vereador PV de Ribeirão Preto

24/11/2009Que cidade tínhamos?O privilégio dado ao automóvel há um século, desde que Henry Ford transformou-o em “símbolo” da vida moderna, em 1914, teve e tem efeitos deletérios. Subordinou o interesse coletivo ao individual, provocando, entre outros efeitos, uma deterioração da vida urbana. A cidade deixa de ser um lugar onde as pessoas se encontram como pensavam os gregos antigos. Muito pelo contrário. A atomização das pessoas é a mesma, desde Berlim ou Tóquio até São Paulo ou Ribeirão…Ver mais...
Discussão postada por Carlos Garcia 24 Nov, 2009
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Gilberto Abreu: lei aprovada autoriza exploração sustentável do gás bioquímico de aterro sanitário

Cessão do Aterro Sanitário para exploração do gás bioquímico08/10/2009AUTORIZA O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL A CONCEDER O USO DO ATERRO SANITÁRIO, LOCALIZADO NA RODOVIA MÁRIO DONEGÁ, APÓS O ENCERRAMENTO DE SUA VUDA ÚTIL, PARA A EXPLORAÇÃO SUSTENTÁVEL DO GÁS BIOQUIMÍCO, COM O OBJETIVO DO OBTER "CRÉDITOS DE CARBONO" PARA POSTERIOR NEGOCIAÇÃO JUNTO A ORGANISMOS DE FOMENTO E OU POR MEIO DE BOLSAS ELETRÔNICAS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.ARTIGO 1º - Autoriza o Poder Executivo Municipal a conceder o uso do…Ver mais...
Posts no blog por Carlos Garcia 20 Nov, 2009
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<b>Porque ser Professor no Brasil?</b>

Por Gilberto Abreu, professor, doutor em Educação pela Unicamp, ambientalista e vereador pelo PV de Ribeirão Preto.19/11/2009Dez Razões Desesperadas e Um Motivo de Esperança:PRIMEIRA: o Brasil é um país racistaDesde a nossa origem foi montada uma estrutura social hierarquizada, baseada na escravidão. Quer dizer, na extrema exploração do homem pelo homem. Nunca nos livramos dessa mancha, pois os traços autoritários penetraram na nossa identidade. Os negros jamais foram libertados. Eles foram…Ver mais...
Discussão postada por Carlos Garcia 19 Nov, 2009
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O Pensamento no Período de Transição

Por Gilberto Abreu, professor, sociólogo, Doutor em Educação pela Unicamp e vereador em segundo mandato pelo PV de Ribeirão Preto.O Pensamento no Período de Transição:O historiador Pierre Vilar informa-nos, a respeito do período de transição do feudalismo para o do capitalismo, que os momentos de crise de uma “ordem” geram conflitos entre o estabelecido e as forças que tentam alterá-lo. Ao contrário do que normalmente se pensa, essa gestação, normalmente, dura largos tempos. O velho tentando…Ver mais...
Discussão postada por Carlos Garcia 18 Nov, 2009
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Carlos Garcia deixou um comentário para 'Sveta Sabirova'
I love you, my baby. Thank you for all.
18 Nov, 2009
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Carlos Garcia deixou um comentário para 'Sveta Sabirova'
Either welcome, my sweetheart. We go to fight together for a better world. Love. Carlos.
17 Nov, 2009
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Discussões postadas por Carlos Garcia 16 Nov, 2009
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Colaborar para que o vereador Gilberto Abreu consiga atingir seus objetivos políticos.
Status postado por Carlos Garcia 16 Nov, 2009

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Politizar a Questão Ambiental, por Gilberto Abreu, vereador pelo PV de Ribeirão Preto

Politizar a Questão Ambiental

Por Gilberto Abreu, professor, doutor em Educação pela Unicamp, ambientalista e vereador pelo PV de Ribeirão Preto.

26/10/2009

Da afirmação aristotélica de que “tudo é político”, o pensador francês Michel Foucault aduziria “melhor dizer: nada é político, tudo é politizável, tudo pode tornar-se político.” Atualmente, dentre os inúmeros problemas que afligem a Humanidade, a questão ambiental é, sem dúvida, a mais abrangente. Sobretudo porque envolve todos os aspectos da vida humana e justamente por isso é a mais politizável. Incompreensivelmente, no entanto, ainda não consta na agenda dos dirigentes mundiais.

Em uma entrevista concedida ao jornal FSP, o professor da UFRJ, José Augusto Pádua, coloca devidamente o assunto. Ao dizer que um dos fenômenos menos interessantes deste momento no Mundo, em meio a eventos catastróficos, furacões, tsunamis, doenças epidemiológicas e até o que era implausível, seca no Amazonas, que ele denomina como “questões da vida” e as vê como uma explosão da natureza, não encontram repercussão na política: Os sistemas e atores políticos não podem mais ignorar essas questões, mas, no entanto, não estão preparados para enfrentá-las. Há uma tradição de ver a política como uma relação, uma disputa, um jogo exclusivo dos seres humanos. Uma visão que considero antropoexclusivista, como se a política tratasse apenas dos recursos econômicos e do poder.”

Em seguida, o professor aponta, com justeza, dois problemas que devem ser equacionados e compreendidos de maneira diferente. Um deles advém do mito moderno de que a natureza é inesgotável, de que o território é tão impressionantemente rico que, por mais que se destrua, sempre existirão recursos. O que, já se sabe, é um enorme equívoco. O outro, é a da absurda idéia de ver o bioma nativo como obstáculo que atrapalha o desenvolvimento econômico dos seres humanos.

Por fim, os arranjos dos sistemas da natureza, nos fatos que estão ocorrendo planetariamente, são poderosos, porém muito frágeis. O entrelaçamento conspirativo de fatores naturais e humanos é o que explica o conjunto de fenômenos aos quais estamos assistindo. Atônitos.

Mais do que nunca, diz o professor Pádua: “precisamos entender o lugar do ser humano no sistema da vida do planeta e como a defesa de nossos interesses não pode se chocar com a manutenção desse sistema, que é a condição para a nossa vida.” Opinião em tudo coincidente com as de outros cientistas como James Lovelock e René Dumont e, infelizmente, poucos políticos, dentre os quais deve ser sempre lembrada a notável ex-Ministra norueguesa Gro Ellen Bruntland, sem a qual não teríamos a Agenda 21 e nem mesmo a Eco-92, realizada no Rio de Janeiro.

Teremos maior compreensão, de fato, se viermos a conjugar os movimentos da natureza e as ações humanas. Os impactos destas com as reações daquela. Se a questão social dominou a discussão política nos séculos XIX e XX, agora, de maneira inevitável, a ela terá que se somar a ambiental. Com toda a amplitude política e politizável.
Brasil e Indonésia: os maiores vilões do Mundo

O Protocolo de Kyoto com total e ampla razão tem sido saudado como a solução do problema da emissão de gases de estufa. Sim. De fato é a primeira tentativa de reversão tomada por um conjunto de dezenas de países, apesar do descaso irresponsável do governo dos Estados Unidos. No entanto, a sua modesta projeção de reduzir em 5,2% as emissões, com base no ano de 1990, em 2012, é quase ridícula. Sobretudo porque o volume a ser reduzido representará, apenas, três quartas partes do que o Brasil e a Indonésia emitem em seus criminosos incêndios florestais.

As florestas das áreas quentes, tropicais e equatoriais, corretamente denominadas em inglês de “rain forest” –floretas úmidas--, não são, como já se imaginou, os “pulmões do Mundo”. No entanto, elas regulam a umidade do planeta. Depois da trágica devastação da floresta equatorial africana, as fabulosas florestas da Amazônia brasileira e a equatorial da Indonésia, ardem em chamas.

Apesar das pressões internacionais, os respectivos governos são ineptos ou coniventes com o que já é considerado um “crime contra a Humanidade”. Interesses madeireiros, mineradores e agro-pecuários se juntam nessa pilhagem que, mais do que nunca, precisa ser contida. As menores dimensões do arquipélago da Indonésia e a sua maior densidade populacional fazem com que os incêndios florestais afetem diretamente a vida de centenas de milhões de pessoas. As ilhas de Kalimantan, Sumatra, de Java, Sulawesi e a metade ocidental da Nova Guiné estão sendo, literalmente, devastadas pelo fogo. As atividades humanas, incluindo grandes cidades e dezenas de aeroportos, estão sendo diariamente prejudicadas, afetando, inclusive, países vizinhos, como a Malásia e Cingapura.

Recente estudo publicado pela revista Science, assinada por pesquisadores americanos e brasileiros, revela que a devastação na Amazônia brasileira é duas vezes maior do que se acreditava. As madeireiras vêm praticando o chamado “corte seletivo”, no mais das vezes, ilegal, extraindo determinados tipos de árvores mais valiosas. As copas das árvores restantes encobrem o estrago, o que não é captado por satélites. Depois de tornada rarefeita e empobrecida, a floresta é queimada para expandir o agro-negócio da soja e da pecuária de corte.

O volume de emissões de CO2 na Amazônia, já coloca o Brasil entre os dez maiores emissores, reforçando o argumento do governo americano de que não só os países ricos devem reduzi-las. Os dados revelados pela Science, já tinham provocado semelhante denúncia da revista Nature, em 1999, e o que é pior, confirmados pelo governo brasileiro.

O jornalista Washington Novaes alerta que as ações governamentais têm sido ao longo dos anos, espasmódicas. Qualquer denúncia internacional provoca uma intervenção mais dura, logo seguida de outro período de devastação. O Ministério do Meio Ambiente, que conta com absurdos 0,5% do orçamento federal, quase sempre contingenciados em favor do insano superávit fiscal, em favor dos serviços das dívidas, interna e externa, é incapaz de implementar seus projetos e fiscalizar a região. Apesar da boa vontade da ex-Ministra Marina Silva e de seu sucessor, Carlos Minc, os seus próprios técnicos defendem a perigosa idéia de concessão de florestas em terras públicas.

Cientistas brasileiros, participantes da SBPC -Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – defendem que o maior bioma brasileiro seja transformado em “laboratório em pé”, ou seja, em um gigantesco campo de pesquisas bio-tecnológicas. O que seria um extraordinário avanço científico, com inegáveis benefícios econômicos. Porém, a avidez e o imediatismo dos interesses do agro-negócio conspiram contra isso, sob a passividade da maioria das pessoas, iludida de que o melhor é exportar soja e carne. Tremenda estupidez, pois é o mesmo que exportar água e proteína. A mentalidade colonial permanece nos colonizados... E Lula ri, provocando risos idiotas de quem o aplaude. Não conseguem politizar o que é mais politizável!

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Gilberto Abreu: lei aprovada autoriza exploração sustentável do gás bioquímico de aterro sanitário

Postado em 17 novembro 2009 às 13:31 0 Comentários

Cessão do Aterro Sanitário para exploração do gás bioquímico



08/10/2009



AUTORIZA O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL A CONCEDER O USO DO ATERRO SANITÁRIO, LOCALIZADO NA RODOVIA MÁRIO DONEGÁ, APÓS O ENCERRAMENTO DE SUA VUDA ÚTIL, PARA A EXPLORAÇÃO SUSTENTÁVEL DO GÁS BIOQUIMÍCO, COM O OBJETIVO DO OBTER "CRÉDITOS DE CARBONO" PARA POSTERIOR NEGOCIAÇÃO JUNTO A ORGANISMOS DE FOMENTO E OU POR MEIO DE BOLSAS ELETRÔNICAS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.



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Às 12:26 em 26 novembro 2009, Sveta SabirovaSveta Sabirova disse...
Today I miss you...
Às 17:57 em 17 novembro 2009, Sveta SabirovaSveta Sabirova disse...
Thank you my dear Carlos! Surely I am ready to be with you in this way.
 
 
 

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