Fundação Verde Herbert Daniel

Carlos Garcia
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Discussões de Carlos Garcia

Rumo a Copenhague 3

Started 7 Dez, 2009 0 Respostas

04/12/2009Emissões de gases de efeito estufaPor Gilberto Abreu, vereador PV Ribeirão Preto, sociólogo, professor e Doutor em Educação pela Unicamp.Desde o início da Revolução Industrial as…Continuar

Rumo a Copenhague 2

Started 27 Nov, 2009 0 Respostas

27/11/2009Por Gilberto Abreu, vereador PV de Ribeirão PretoUma ducha de água fria... ou não?Ban Ki-moon - Secretário Geral da ONU:"Deixarmos de fechar um pacto amplo em Copenhague seria moralmente…Continuar

Rumo a Copenhague 1

Started 27 Nov, 2009 0 Respostas

Por Gilberto Abreu, vereador PV de Ribeirão Preto.27/11/2009O clima e ação do homem“Para eliminar a fome no mundo moderno, é crucial entender a causação das fomes coletivas de um modo amplo, e não…Continuar

O vilão das cidades, por Gilberto Abreu, vereador PV de Ribeirão Preto

Started 24 Nov, 2009 0 Respostas

24/11/2009Que cidade tínhamos?O privilégio dado ao automóvel há um século, desde que Henry Ford transformou-o em “símbolo” da vida moderna, em 1914, teve e tem efeitos deletérios. Subordinou o…Continuar

 

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Politizar a Questão Ambiental, por Gilberto Abreu, vereador pelo PV de Ribeirão Preto

Politizar a Questão Ambiental

Por Gilberto Abreu, professor, doutor em Educação pela Unicamp, ambientalista e vereador pelo PV de Ribeirão Preto.

26/10/2009

Da afirmação aristotélica de que “tudo é político”, o pensador francês Michel Foucault aduziria “melhor dizer: nada é político, tudo é politizável, tudo pode tornar-se político.” Atualmente, dentre os inúmeros problemas que afligem a Humanidade, a questão ambiental é, sem dúvida, a mais abrangente. Sobretudo porque envolve todos os aspectos da vida humana e justamente por isso é a mais politizável. Incompreensivelmente, no entanto, ainda não consta na agenda dos dirigentes mundiais.

Em uma entrevista concedida ao jornal FSP, o professor da UFRJ, José Augusto Pádua, coloca devidamente o assunto. Ao dizer que um dos fenômenos menos interessantes deste momento no Mundo, em meio a eventos catastróficos, furacões, tsunamis, doenças epidemiológicas e até o que era implausível, seca no Amazonas, que ele denomina como “questões da vida” e as vê como uma explosão da natureza, não encontram repercussão na política: Os sistemas e atores políticos não podem mais ignorar essas questões, mas, no entanto, não estão preparados para enfrentá-las. Há uma tradição de ver a política como uma relação, uma disputa, um jogo exclusivo dos seres humanos. Uma visão que considero antropoexclusivista, como se a política tratasse apenas dos recursos econômicos e do poder.”

Em seguida, o professor aponta, com justeza, dois problemas que devem ser equacionados e compreendidos de maneira diferente. Um deles advém do mito moderno de que a natureza é inesgotável, de que o território é tão impressionantemente rico que, por mais que se destrua, sempre existirão recursos. O que, já se sabe, é um enorme equívoco. O outro, é a da absurda idéia de ver o bioma nativo como obstáculo que atrapalha o desenvolvimento econômico dos seres humanos.

Por fim, os arranjos dos sistemas da natureza, nos fatos que estão ocorrendo planetariamente, são poderosos, porém muito frágeis. O entrelaçamento conspirativo de fatores naturais e humanos é o que explica o conjunto de fenômenos aos quais estamos assistindo. Atônitos.

Mais do que nunca, diz o professor Pádua: “precisamos entender o lugar do ser humano no sistema da vida do planeta e como a defesa de nossos interesses não pode se chocar com a manutenção desse sistema, que é a condição para a nossa vida.” Opinião em tudo coincidente com as de outros cientistas como James Lovelock e René Dumont e, infelizmente, poucos políticos, dentre os quais deve ser sempre lembrada a notável ex-Ministra norueguesa Gro Ellen Bruntland, sem a qual não teríamos a Agenda 21 e nem mesmo a Eco-92, realizada no Rio de Janeiro.

Teremos maior compreensão, de fato, se viermos a conjugar os movimentos da natureza e as ações humanas. Os impactos destas com as reações daquela. Se a questão social dominou a discussão política nos séculos XIX e XX, agora, de maneira inevitável, a ela terá que se somar a ambiental. Com toda a amplitude política e politizável.
Brasil e Indonésia: os maiores vilões do Mundo

O Protocolo de Kyoto com total e ampla razão tem sido saudado como a solução do problema da emissão de gases de estufa. Sim. De fato é a primeira tentativa de reversão tomada por um conjunto de dezenas de países, apesar do descaso irresponsável do governo dos Estados Unidos. No entanto, a sua modesta projeção de reduzir em 5,2% as emissões, com base no ano de 1990, em 2012, é quase ridícula. Sobretudo porque o volume a ser reduzido representará, apenas, três quartas partes do que o Brasil e a Indonésia emitem em seus criminosos incêndios florestais.

As florestas das áreas quentes, tropicais e equatoriais, corretamente denominadas em inglês de “rain forest” –floretas úmidas--, não são, como já se imaginou, os “pulmões do Mundo”. No entanto, elas regulam a umidade do planeta. Depois da trágica devastação da floresta equatorial africana, as fabulosas florestas da Amazônia brasileira e a equatorial da Indonésia, ardem em chamas.

Apesar das pressões internacionais, os respectivos governos são ineptos ou coniventes com o que já é considerado um “crime contra a Humanidade”. Interesses madeireiros, mineradores e agro-pecuários se juntam nessa pilhagem que, mais do que nunca, precisa ser contida. As menores dimensões do arquipélago da Indonésia e a sua maior densidade populacional fazem com que os incêndios florestais afetem diretamente a vida de centenas de milhões de pessoas. As ilhas de Kalimantan, Sumatra, de Java, Sulawesi e a metade ocidental da Nova Guiné estão sendo, literalmente, devastadas pelo fogo. As atividades humanas, incluindo grandes cidades e dezenas de aeroportos, estão sendo diariamente prejudicadas, afetando, inclusive, países vizinhos, como a Malásia e Cingapura.

Recente estudo publicado pela revista Science, assinada por pesquisadores americanos e brasileiros, revela que a devastação na Amazônia brasileira é duas vezes maior do que se acreditava. As madeireiras vêm praticando o chamado “corte seletivo”, no mais das vezes, ilegal, extraindo determinados tipos de árvores mais valiosas. As copas das árvores restantes encobrem o estrago, o que não é captado por satélites. Depois de tornada rarefeita e empobrecida, a floresta é queimada para expandir o agro-negócio da soja e da pecuária de corte.

O volume de emissões de CO2 na Amazônia, já coloca o Brasil entre os dez maiores emissores, reforçando o argumento do governo americano de que não só os países ricos devem reduzi-las. Os dados revelados pela Science, já tinham provocado semelhante denúncia da revista Nature, em 1999, e o que é pior, confirmados pelo governo brasileiro.

O jornalista Washington Novaes alerta que as ações governamentais têm sido ao longo dos anos, espasmódicas. Qualquer denúncia internacional provoca uma intervenção mais dura, logo seguida de outro período de devastação. O Ministério do Meio Ambiente, que conta com absurdos 0,5% do orçamento federal, quase sempre contingenciados em favor do insano superávit fiscal, em favor dos serviços das dívidas, interna e externa, é incapaz de implementar seus projetos e fiscalizar a região. Apesar da boa vontade da ex-Ministra Marina Silva e de seu sucessor, Carlos Minc, os seus próprios técnicos defendem a perigosa idéia de concessão de florestas em terras públicas.

Cientistas brasileiros, participantes da SBPC -Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – defendem que o maior bioma brasileiro seja transformado em “laboratório em pé”, ou seja, em um gigantesco campo de pesquisas bio-tecnológicas. O que seria um extraordinário avanço científico, com inegáveis benefícios econômicos. Porém, a avidez e o imediatismo dos interesses do agro-negócio conspiram contra isso, sob a passividade da maioria das pessoas, iludida de que o melhor é exportar soja e carne. Tremenda estupidez, pois é o mesmo que exportar água e proteína. A mentalidade colonial permanece nos colonizados... E Lula ri, provocando risos idiotas de quem o aplaude. Não conseguem politizar o que é mais politizável!

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Textos de Carlos Garcia

Gilberto Abreu: lei aprovada autoriza exploração sustentável do gás bioquímico de aterro sanitário

Postado em 17 novembro 2009 às 13:31 0 Comentários

Cessão do Aterro Sanitário para exploração do gás bioquímico



08/10/2009



AUTORIZA O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL A CONCEDER O USO DO ATERRO SANITÁRIO, LOCALIZADO NA RODOVIA MÁRIO DONEGÁ, APÓS O ENCERRAMENTO DE SUA VUDA ÚTIL, PARA A EXPLORAÇÃO SUSTENTÁVEL DO GÁS BIOQUIMÍCO, COM O OBJETIVO DO OBTER "CRÉDITOS DE CARBONO" PARA POSTERIOR NEGOCIAÇÃO JUNTO A ORGANISMOS DE FOMENTO E OU POR MEIO DE BOLSAS ELETRÔNICAS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.



ARTIGO 1º - Autoriza o Poder… Continuar

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Às 12:26 em 26 novembro 2009, Sveta Sabirova disse...
Today I miss you...
Às 17:57 em 17 novembro 2009, Sveta Sabirova disse...
Thank you my dear Carlos! Surely I am ready to be with you in this way.
 
 
 

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