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Jose Geraldo de Castro Neto atualizaram seus perfis
25 Nov, 2009

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Declaro que estou de acordo a aceito o termo de responsabilidade FVHD.
sim

Ensaio a presidencia

Este ensaio trata da existência de um individuo um cidadão e milhares de outros, um município e outros muitos, estados, diferentes em tudo, leis, formas de encaminhamentos e prioridades regionais, um país, a relação de amizade e cooperação em assuntos ecológicos e seus acordos que interferem na vida de todos os habitantes do planeta.

Podemos e devemos expor nossas soluções e assim, a partir delas possamos auxiliar outros. Os assuntos serão tratados de forma simples para que você leitor possa refletir sem ter conhecimento profundo sobre cada assunto e por se tratar de um conjunto de soluções já testadas, pesquisadas, postas em prática. Cada ser único tem realmente muito poder e se quiser, é capaz de fazer crescer um empreendimento agrícola ou urbano, uma guerra, um genocídio, um bombardeio, uma ação terrorista ou atitudes pró ativas em relação ao crime organizado ou não. Pensar na possibilidade de chegar a presidência é pedir a muitos outros seres humanos a oportunidade em dirigir este país com a economia mais forte da América Latina, poderoso aliado para qualquer outro com projeção internacional e relativo peso no processo político e econômico mundial.

A economia como um todo compreende a simples inversão de valores das cédulas ou como podemos agir em relação ao número. Pense em o que você sentiria se encontrasse um deposito de R$ 100.000,00 em sua conta corrente hoje? Ou encontrasse vinte cinco cédulas de dois reais em sua caixa de correio?

Para dirigir um país temos de pensar também no lixo, entulho, gás provenientes deste acumulo, os gases do efeito estufa a partir de cada proprietário de carro; derrubar a Amazônia para plantar alimentos para o gado que é consumido da forma “rodízio” aumentando a ingestão em demasia aos seres humanos, aumentando os riscos de doenças cardiovasculares, incentivar a pesquisa em células tronco, medicina do terceiro milênio, regeneração a partir de células embrionárias; ciência, tecnologia que tocam a ética e as religiões, o Estado deve manter-se laico, o dirigente mantendo a democracia equalizando as distorções ou aberrações das correntes ortodoxas do pensamento.



Outono 2009-03-22

Começa a cair a temperatura, a encarnação continua, somos espíritos eternos em uma civilização mortal, com a intenção de interferir positivamente nessa realidade para que possamos ao retornar ao lado eterno olhar nossas marcas que positivas ou não farão parte da realidade do planeta assim como Sadan Husen, George W. Bush, Barac Hussen Obama, Luis Inácio Lula da Silva, Hugo Chaves e muitos outros.

Sentado, percebendo o mundo ruir diante nossos olhos com a crise do sistema financeiro global, números desaparecendo do sistema por fraudes milionárias, pessoas presas, sentenciadas a cumprir pena de reclusão pelo resto de suas vidas, intervenções governamentais financeiras para salvar o sistema virtual da economia que atinge diretamente o mundo real causando sofrimento em pessoas que nem tem uma conta bancária, parte destes cidadãos aqui no Brasil não podem, devido ao grau de instrução, compreender as sutilezas contábeis. Nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que gera uma crise é intrinsecamente ruim, as soluções são a melhor parte. Hoje são várias as variáveis a ser contabilizadas, emprego, poluição, aquecimento global, doenças decorrentes ao estresse, valores de tratamentos da população atingida. As questões se mantêm, é possível evitar a causa ou vamos continuar remediando cada problema em separado? Toda ação gera um reação e têm suas conseqüências, estas nos obrigam a agir novamente e o ciclo se mantém.

O Brasil tem uma história complexa, uma sociedade que comporta bilionários e Movimentos dos Sem Terra, pessoas que tiram seu sustento da reciclagem procurando garrafas plásticas em rios e outros que jogam no rio e criam a desculpa que assim estão gerando empregos. O que seria o varredor de rua se eu não sujasse? Se eu jogar essa ponta de cigarro no chão estou mantendo o emprego do varredor. São muitos os absurdos pensados, argumentados por pessoas com visão muito limitada da questão, mas são estes que tem o poder de voto e a esses que quero deixar claro que a mudança não vem para atrapalhar vem para dar uma nova resposta a questão, um novo encaminhamento, outra solução.

Existem questões nacionais como o transporte, a reciclagem, o trabalho, o dinheiro, a redistribuição das riquezas em toda a área do país; a saúde e seus hospitais, vacinas, epidemias, surtos. O exército e suas funções em um país de dimensões como o nosso. Nas guerras urbanas será que é função do exército interferir na vida dos municípios? Por quanto tempo? Temos situações diametralmente opostas. Como resolver a fome em um país que já possui mais de quarenta por cento de pessoas acima de seu peso ideal e com danos a saúde pelo excesso de um hábito alimentar de baixo valor nutricional? Nossas crianças estão cada vez mais tendo conseqüências da obesidade infantil ou sofrendo pela inanição. Em escolas de São Paulo doamos leite em pó e escolas no norte do país têm salas ineficientes ou mesmo inexistência de escola em alguns municípios. São realmente muitas as ações a ser executadas, peço agora a sua atenção as propostas exeqüíveis que serão demonstradas no decorrer do texto, para isso é necessária calma, pois algumas das ações já são praticadas há algum tempo, mas são contrárias ao senso comum.

Venho praticando, guardando as devidas proporções, o que penso ser atuação do Estado como: O aumento do volume de cédulas na região para aumentar a quantidade de quitações gerada pela maior circulação, possibilitando a um maior número de pessoas o acesso a cédulas, transformando a região num criadouro de créditos. Quero lembrá-lo que o fato de entregar uma cédula de dez reais em um comércio, padaria, mercado, gera um número virtual que será negociado pelo estabelecimento. A cédula sairá em forma de troco para outro cidadão e poderá ser levada a outro comércio gerando mais um número virtual e assim sucessivamente até que a cédula por desgaste seja recolhida e incinerada pelo banco central e em seu lugar seja colocada outra. Foi assim que decidi acrescer em mais de um milhão de reais, em seis anos, o número de cédulas de baixo valor em minha região.

Em meio a estes seis anos sei que modifiquei a vida de milhares de pessoas, apoiei o crescimento do PIB da região e também que minha ausência, de forma inesperada foi o estopim de uma crise de confiança que interferiu em vários mercados. Foi em setembro de 2008, depois de uma inserção média de duas mil cédulas de dois reais e mil cédulas de cinco reais por semana na região centro e norte do município de São Paulo. Quero lembrar que a mesma ação se feita em um município pequeno seria muito mais notado e provocaria resultados regionais. Como a ação foi realizada na maior cidade da América Latina passou despercebida devido a capacidade das metrópoles em esconder as pessoas, mas os resultados eram perceptíveis. Até setembro 2008 a economia crescia, as preocupações estavam na inflação pressionada pela abundância de crédito, o Brasil estava imune a crise internacional, devo concordar até por estar ajudando no processo, penso que o fato de aumento da quantidade de cédulas na região econômica dava estabilidade e mantinha o mercado aquecido. Pensando em apenas uma cédula de dez reais entregue a um companheiro de trabalho por nenhum motivo aparente, modificou aquela realidade. Supondo que esta pessoa resolveu por ter a posse da cédula, almoçar, levou ao restaurante e a deixou lá. O caixa entregou ao próximo cliente que lhe pagou com uma nota de vinte, agora a posse passou a outra pessoa que foi a banca de jornal do outro lado da rua e comprou uma revista. A mesma cédula já comprou vinte reais em menos de uma hora. No caso de uma compra de mesmo valor em cartão se a situação fosse emprestar meu cartão de crédito para ele almoçar com um teto de dez reais ele pagaria sua conta e só, os créditos ficam no mundo virtual. Devo lembrar também que existem serviços que podemos contratar como um engraxate que apenas pode receber em dinheiro, pois faz parte do mercado informal que no Brasil movimenta bilhões.

O crédito virtual tem um caminho o dinheiro tem outro, o crédito uniu o mundo, um Tailandês pode movimentar a economia de Salvador - BA sem tocar em dinheiro ou até sacando em cédulas nos caixas eletrônicos graças à tecnologia. Eu, quando estive em Israel fiz uma poupança em dólares até comprar meu bilhete de vinda ao Brasil por esta facilidade que foi possível na era Collor, antes dele só tínhamos direto a sair do país com um número máximo estipulado pelo governo em cédulas americanas ou cheques de viagem. Os cartões vieram para ajudar o planeta, isso não resta dúvida, mas é bom lembrar que economias como o Japão e outros países que tem um percentual muito grande de sua economia digitalizado, sofreram muito com a crise financeira que vivemos em 2008/09. Hoje se faltar energia elétrica por um dia nesses países a economia não tem como se movimentar. O Brasil está muito longe dessa realidade, aproximadamente vinte por cento dos municípios não tem bancos e ainda vemos em matérias jornalísticas que a televisão está sendo vista pela primeira vez em algum canto distante do país.

Somos muito grandes, ainda encontramos indígenas que vivem sem contato com o mundo civilizado. É surpreendente pensar nessa realidade. Pare um pouco e pense nisso. Imagine o que é fazer parte de uma tribo e ter este primeiro contato com nossa civilização. Não saberíamos que somos brasileiros, muito menos que o globo terrestre é um globo, que existem guerras entre povos em outras partes do planeta, até porque a idéia planeta ainda não está formada. Isso é o Brasil!

Percebendo as nossas diferenças podemos e devemos ensinar o a todos os nascidos em solo nacional o jogo do dinheiro, aula número um, sem esta base é muito difícil entender o resto de foi uma evolução de alguns milênios de uma sociedade global.
Hoje, nossos ladrões não roubam dinheiro, transferem números de uma conta a outra e sacam em outra parte do mundo. O governo de um país pode, para salvar o sistema financeiro, injetar alguns trilhões de números virtuais e pronto. A realidade começou a ser modificada, alguns já estão tranqüilizados por algum tempo, outros que ainda não receberam a sua dose em suas contas virtuais, agonizam e podem realmente morrer.

O sistema virtual econômico é lindo, imenso, uma criação que tem vida própria e foi aí que percebi que podia interagir de forma abrangente. Ter muito crédito em uma conta bancária cria um rico, ter o mesmo valor distribuído em uma área geográfica aumenta a interação entre pessoas e podem criar vários outros ricos deixando a região mais próspera. Foi assim que coloquei minhas reservas, pagamentos, salários, empréstimos e sendo apoiado por outras pessoas a movimentar o volume de mais de um milhão de reais em cédulas até setembro de 2008.




O erro


A vida é uma caixa de surpresas, muda nossa direção todos os dias, o segredo é sempre a adaptar se sentir seu movimento e continuar. Senti que a vida estava em fim ao meu favor e fui. Tudo parecia tão correto! A construção enfim de uma história de sucesso para quem leu “O Segredo”, pensei que estava pronto para o salto, o dinheiro em abundância, os “acasos” confirmando minhas expectativas, todos ao meu lado crescendo, enriquecendo, modificando seus pensamentos, criando novos sonhos, contando com o futuro. O dinheiro traz esta sensação.

Não era muito! Sessenta mil reais aproximadamente, vinte mil cédulas distribuídas em três meses na mesma região. Contratação de serviços, quitação de dividas, empréstimos de diferentes quantidades. Comecei a construir minha casa, areia, pedra, cimento, ferros, mão de obra, tudo pago com troco. O dinheiro entrou na veia da construção na zona norte de São Paulo. Comecei a ter créditos com alguns fornecedores, aluguel de maquinas, queria ver tudo pronto e rápido.

Editei meu primeiro livro, a gráfica recebeu metade do pagamento em troco e o restante em cheque pré-datado, preparei o lançamento em casa, estava tão feliz, tudo parecia certo, contratei amigos para me ajudar na divulgação e a cada pacote de cédula de dois ou cinco que entregava percebia e imaginava a diferença que estava causando na região. Visualizava as cem cédulas nas mãos de cem pessoas passando de mão em mão, comprando leite, pagando transporte nas regiões que foram dispersas. Para aumentar ainda mais a quantidade e tornar ainda maior a quantidade distribuída, pedia para as pessoas levarem troco para suas regiões no final do dia e trazerem cédulas grandes no dia seguinte. No bairro de Vista Alegre a empregada doméstica que vinha todos os dias levava cinqüenta a cem reais em troco por dia. Minha intenção era que ela fosse munida de um valor que lhe a tranqüilizasse caso tivesse algum percalço no caminho ou no mínimo, ela faria o trajeto com o valor cinqüenta reais no bolso. Ela me contou que o açougueiro à agradeceu e disse que quando tivesse mais fosse levar para ele pois eram cédulas que faltavam na região. Depois de algum tempo de distribuição em diferentes comércios na região aconteceu um fato interessante: quando ela foi levar o troco para o açougueiro ele disse que não precisava e mostrou um montante razoável de cédulas de dois. Em conversa, ela comentou que os barracos da sua região estavam ficando mais “ajeitadinhos” e que estava gostando de seguir minhas sugestões deixando crédito onde normalmente mantinha dívida. Sugeri que no mercado em que ela normalmente comprava e pagava depois que deixasse um valor maior para criar crédito. Ela comentou que o tratamento da proprietária após esta inversão mudou completamente.

Em meio a tantos retornos positivos, não contei com o inesperado, pensei que finalmente poderia expor minhas idéias, demonstrar como criar um crescimento econômico e social horizontal a partir da circulação das cédulas, seus efeitos e conseqüências, o quanto isso é importante para a região, município, estado, país. Já havia dispersado aproximadamente quarenta mil reais. Imaginava que apenas com uma compra diária pelas cédulas eram mais quarenta mil movimentados. Só em arrecadação de impostos foi no mínimo mais quatro mil para os cofres públicos por dia, o que em um mês somaria mais cento vinte mil reais, isso sem contar as quitações que o dinheiro realiza sem que seja tributado em quitações pessoais ou mercado informal. Eu estava no centro de tudo, no olho do furacão, assim fui protelando algumas necessidades só para manter o volume de distribuição o mais alto possível, só esqueci que não era o Estado, que minha receita era finita e que na gestão de meus recursos poderia haver possibilidade de erro, que algo inesperado poderia me afundar em dividas, que a rasante até cinco mil reais para depois arremeter poderia ter riscos. Nesse momento tudo aconteceu, em dois dias eu entrei em colapso por um detalhe inesperado, a falta de responsabilidade do grupo que daria inicio ao evento de lançamento do livro e algo próximo a um seqüestro relâmpago que causou uma dor no peito que pensei que poderia ser um sinal uma parada cardíaca por perceber que aquele fato mudaria a minha vida, todos meus planos e inverteria o processo de crescimento da região. O grupo todo ligado a minha ação passou de credor a inadimplente em uma semana e o efeito dessa mudança criou uma cadeia de inadimplência que se espalhou pela metrópole paulistana silenciosamente deixando um rastro de desconfiança e desacelerando a criação de créditos na região, foi quando percebi o tamanho da ação que me propus e os efeitos e conseqüências no mundo globalizado.



Crescimento e superação

Em nossa existência ou acertamos ou aprendemos, quando fazemos o certo muitas vezes apenas pela intuição, pensamos que foi resultado da inteligência, perspicácia e quando o resultado não foi o esperado aprendemos que não estamos sós, que a vida tem seu curso e que esta sim tem e faz a verdade. Comigo não é diferente os planos são atingíveis, mas o acaso muda o resultado e ficamos como se produzíssemos o erro, deixamos o carro estacionado na rua, a chuva vem, a inundação acontece e nos culpamos pensando que nós colocamos o carro no lugar errado e as pessoas indagam como soubéssemos: por que você estacionou ali? Como fosse possível prever o futuro.

Somos sempre vitimas da ação do mundo ou mesmo de outras pessoas e temos de continuar, a sobrevivência nos ordena que revisemos a situação e busquemos uma saída ainda na mesma direção ou se for a situação, apenas a melhor direção.

Desde setembro venho me restabelecendo do choque, vi o Brasil sentir a crise internacional, vi os resultados da diminuição brusca do fluxo de cédulas, as conseqüências da diminuição do crédito e distanciamento das cédulas da região metropolitana. Até setembro cada ciclo de inserção de valores aumentava o raio de ação quando, nas explanações, para deixar mais fácil a visualização, faço um paralelo com um enxame de abelhas que toda semana foi acrescida de nove mil membros para polinizar um pomar, os insetos fazem sua função, mas é no pomar é que vemos o crescimento dos frutos, se os insetos saírem da região não haverá novos frutos e logo queda na produção, no caso do dinheiro ele causa a redução de créditos disponíveis alterando a curva da demanda, justamente o rotor do mundo. Ainda para ajudar devido a necessidade de liquides as pessoas e entidades foram sacar de seus investimentos e se depararam com alguns agravantes, na Suíça um investidor criou uma conta que funcionava como o golpe da pirâmide, o rombo deixado por ele no sistema financeiro aproxima-se, segundo a imprensa, dos sessenta bilhões de dólares. Isto é o tamanho da fortuna que pessoas e entidades contavam e simplesmente desapareceu. São Paulo diminuía a necessidade de combustível e o reflexo mais nítido é a que do valor do barril do petróleo caiu de cento e trinta para menos da metade do preço, a conseqüência maior é sentida em países que tem sua maior renda proveniente da venda do petróleo como a Rússia, mas como o sistema econômico tem sua própria vida está se adequando a nova realidade.

Encanto tudo se adéqua não posso deixar de reestruturar minha vida, são muitos os números, oitocentos reais em imposto predial mensal para um salário de seiscentos e quarenta reais, tudo não faz sentido! Graças a amigos e parentes sobrevivi, o mundo sentiu minha ausência, mas nem sabe da minha existência, deixei de tentar explicar, assim que retomar o numerário necessário para agir novamente em larga escala tornará mais visível os resultados da ação, mas o momento é de cautela. Tive de retomar projetos antigos como fazer parte de uma rede de marketing multinível forma de distribuição de riquezas que desde 1992 conheci em Israel e sempre apoiei. Penso que isto vivência servirá para conhecimento do público que tem rejeição e preconceito com estas companhias.


Mundo

O futuro chegará muito intenso e rápido, somos novos seres humanos, viver é assistir tantas inovações por hora. No mundo globalizado a velocidade do reflexo de um país em outro é uma questão de minutos, bolsas variam, moedas ganham novos valores a cada segundo, somos um corpo único, se uma parte não realiza a sua gestão com sucesso o todo recente.

A Amazônia é devastada para dar lugar aos animais que serão sacrificados para nosso prazer instantâneo. Somos onívoros, podemos comer de tudo inclusive gado, mas realmente podemos nos dar o luxo do desperdício? Podemos e devemos confundir nutrição com status? Devemos criar animais para o abate apenas para mostrar nossa capacidade em pagar um “rodízio”? Gostamos da carne e existem os que a apreciam mais seu sabor, é nutritiva dizem alguns profissionais, mas existem os outros que afirmam que sua ingestão é facultativa, outros mais ortodoxos afirmam que não é necessária, o mesmo acontece com o leite, estudos querem r0elacionar a pouco ingestão desse liquido na China à pouca incidência de câncer de mama e de próstata daquela população. Hoje temos de pensar no desperdício usar todos os recursos, é inadmissível que coloquemos mais animais em áreas onde seres humanos habitam e vivem em comunhão com a floresta, em pastagem criando um desequilíbrio ecológico. O exemplo de Israel, onde todo gado é confinado podemos aumentar a produção de nossas fazendas a patamares descentes sem derrubar sequer uma arvore.

O planeta requer cuidados nós brasileiros devemos cuidar do Brasil e colaborar com o mundo com o que temos em abundância, tratar nossas carências preocuparmo-nos com nossas crianças e adolescentes que sentem a necessidade precoce de entrar no mundo de emprego, eles ainda muito jovens sofrem a falta do dinheiro e entendendo sua sorte embréiam-se na prostituição e no crime por irresponsabilidade de um Estado onipotente, mas longe da onipresença. Temos orgulho de sermos brasileiros filhos da pátria que amamos, mas esta faz o que?

O que a pátria faz por você? Ela nos representa bem junto a outros países pelo seu, pelo nosso esforço, juntamos nossas qualidades para sermos exemplo de pacificadores, conciliadores, alegres, mansos e pacíficos, nós aceitamos todos os credos, gostamos das diferenças, com elas crescemos e entendemos mais o propósito da vida. Hoje podemos ser melhores podemos banir a miséria causada pelo homem, sermos ágeis na reconstrução após catástrofes para que cada um de nós, a cada imprevisto da vida possamos ter mais orgulho em fazer parte de um país em ascensão econômica e social.

Queremos um país humano sem miséria, prostituição infantil, sem pedofilia, queremos nossas crianças aprendendo e nutrindo-se de conhecimento e esperança, em nossas cidades temos ricos e miseráveis convivendo próximos demais, estes últimos podem sair dessa situação em questão de meses, as diferenças continuarão sempre existirão os mais endinheirados, nem todos almejam as mesmas coisas ao mesmo tempo, mas isso não impede de sentir-se digno, útil, tranqüilo tendo a certeza de que a pátria olha por cada um de nós.

Somos todos representantes de nosso país, pense como você o representa? Você é sério, justo, ético? É caloroso, carinhoso, solicito? Solidário, atencioso, educado? Mesmo se aconteceu alguma infração de itens acima por circunstâncias da vida perdoe-se, não é necessário continuar a errar após um deslize, somos humanos! Os acertos são a maior parte de nossas ações e a maioria tem no coração o bem. A busca de cada um é a melhora individual e esta melhora é que fará um país de melhor padrão. Exemplos de melhor e pior temos aos montes, temos de fazer o nosso a partir de cada um. Nossas aptidões devem ser colocadas em prática para o nosso bem e para o bem comum. As perguntas que devemos fazer são: é bom para mim? É bom para o mundo? É uma ação ecológica? Ajudará meu país? Sentirei orgulho do ato realizado? Após as respostas você saberá qual o caminho seguir.

Sabemos que existem indivíduos em nosso país que ainda utilizam da força das armas para conseguir o que querem e existe a força protetora do Estado que devolve no mesmo padrão. Violência sempre gerou violência e causou morte de inocentes. O desespero também pode gerar violência, pode cegar o individuo que não encontra na pátria uma aliada e sim uma oponente. A regeneração deve ser a prerrogativa maior que uma nação deve facilitar aos seus membros. Todas as opções para uma melhora devem estar ao alcance de todos, a educação, o conhecimento podem e devem estar disponíveis aos filhos da pátria justa. A persistência em erro deve ser tratada com velocidade e presteza, a justiça não pode ser lenta, as penas não podem ser confundidas os delitos tem pesos e sanções diferentes não podem levar pessoas a serem aglutinadas em celas indiscriminadas. O sofrimento não é necessário, mas a punição deve ser em acordo a infração. A nação deve educar seus cidadãos e não criar mão de obra barata para empresas ou criar concorrência com o homem integro.

Podemos sempre aprender com os inteligentes do mundo paralelo, falo do alto escalão, aqueles que conseguem, sós, levantar exércitos, somas expressivas, participar ativamente do sistema institucional como a policia e o próprio governo. Quem eles representam? Por que são respeitados? Exércitos criados baseados em ética, proteção, companheirismo, respeito. Temos no inconsciente que até no inverno existe ética, limites, distribuição de poderes e atribuições.

Nossos problemas passam pela má distribuição de recursos que levam pessoas a seguir ídolos sem caráter que protegem a si e aos seus criando reciprocidade, este humano não consegue ter do Estado uma opção para trilhar seu próprio caminho.

Nas ruas das cidades encontramos tudo, não importa em que país, o mundo inteiro sofre pelos descuidos de seus dirigentes, algumas culturas pensam que a repressão pode resolver, neste momento surge a pergunta: O que devemos repreender? Como decidir sobre o MST como exemplo, são mocinhos ou bandidos? Os sem teto? A invasão está correta? A grilagem é realmente legal? Posseiros, o que é isso? Tudo é resultado de um Estado ineficaz com cultura de apropriação, como nos posicionar? Nossos índios que direitos têm? Direito de andar nus e ainda ser escravizados? Somos um país que fala em escravidão, já se perguntou como isso acontece? É criada uma divida maior que a capacidade de pagamento. Mesmo que seja dito que não são as resposta que movimentam o mundo e sim as perguntas, parto agora para soluções, antídotos e vacinas para alguns problemas sociais.



Vacina econômica


Todo cidadão tem direito a um mínimo de dinheiro para sobrevivência à pedido do mesmo para criar um giro local. Utilizando esta ação de forma a auxiliar o êxodo urbano, podemos escolher as áreas que serão excluídas como os grandes centros até que um novo equilíbrio aconteça e assim podemos inserir uma a uma as cidades. Hoje cidadãos têm dificuldade de acesso a cultura enquanto estão fora do mercado de trabalho por não ter uma renda fixa estável. É natural que uma pessoa não pense em buscar aperfeiçoamento profissional sem saber se terá acesso a dinheiro em nenhuma fonte. Nos vários anos estudando o dinheiro percebo que como sangue da economia sua movimentação cria novos créditos, quita instantaneamente créditos informais e é prerrogativa do Estado mantê-lo em circulação em favor de uma boa e saudável relação entre pessoas. A partir de uma ação assim a escravidão não existirá o cidadão poderá recorrer ao Estado e será mais fácil encontrar os escravagistas.

A aula do dinheiro é necessária a todos os filhos da nação, o cuidado com os menos afortunados é mais sério por se tratar de um assunto abstrato para eles, estamos evoluindo, mas se não quebrar o paradigma nacional em relação ao livre arbítrio sem discriminação que é a diferença entre nós e os países considerados desenvolvidos como Canadá, EUA, Inglaterra... Desde a Segunda Grande Guerra optaram pelo Seguro Social antes da digitalização da economia. Hoje é complexo explicar a uma pessoa menos informada como são realizadas as transferências de valores; enquanto nossas crianças acessam pelo celular suas contas e fazem transferências on-line participando intensamente do mundo invisível (virtual) outras não acessaram sequer um computador. Para entender a economia contemporânea é imprescindível vivenciar a internet.

Como um adulto ainda analfabeto pode entender como pessoas enriquecem ou empobrecem em instantes? Isso requer conhecimento, instrução, dedicação, paciência, disposição e raciocínio onde a nutrição antecede as sinapses do entendimento e sejam devidamente armazenadas no cérebro. O assunto é extenso; os mais simples podem pensar que o acúmulo de cédulas é o suficiente ou os créditos acumulados em uma poupança lhe garantirá um futuro estável, são visões egoístas e individualistas que auxiliam a piorar o quadro social.




Redistribuição de Renda

Aqui descrevo a experiência realizada durante anos no Brasil, mais intensamente em São Paulo por ser onde habito. Se a história me colocasse em outra cidade a ação teria suas dimensões menos relevantes para o país.

São Paulo com seus milhões de habitantes e sendo o maior ponto de comercio e serviços do país contribuiu com a agilidade na troca de cédulas entre pessoas e empresas criando novos créditos, quitações e consumo aumentando o PIB regional e conseqüentemente o PIB nacional Em nossa economia virtual a criação de novos créditos que serão incluídos nas artérias do sistema são produzidos através da troca de cédulas nas empresas que geram notas fiscais na superfície, assim para facilitar a visualização: Quando vamos ao supermercado e compramos os produtos para o nosso café da manhã e pagamos em dinheiro, para o exemplo utilizamos uma cédula de vinte reais no pagamento de quinze reais em produtos. Entregamos nossa cédula de vinte recebemos uma nota fiscal uma cédula de cinco e saímos com a certeza da quitação. Supondo que a pessoa seguinte pague com uma cédula de cinqüenta sua compra que totalizou vinte e oito reais ela levará nossa cédula de vinte mais outra nota de dois e sua nota fiscal. Você percebeu que não há apreensão da cédula porque para a economia o que importa é a geração do numero no caixa que será negociado, no futuro, em transferências bancárias na reposição, aquisição ou folha de pagamento incidindo impostos e taxas em resumo, economia virtual.

Quando comecei a pensar em redistribuição de renda a intenção era estudar a possibilidade do Estado ter uma ação indireta que atingisse a todos sem discriminação. No primeiro mês, dezembro, natal, tocado pelo sentimento de solidariedade e desprendimento em meio de tantas campanhas de aglutinação de recursos decidi que doaria tudo que recebesse, quando fechei a contabilidade do mês havia doado mil e oitocentos reais, terminei feliz, mas quebrado, percebi que era poético mas insalubre e pouco inteligente, necessitava de algo mais funcional assim iniciei as trocas de cédulas com retorno do valor sem data prevista. Entregava para as pessoas próximas dez cédulas de cinco transformando-as em uma granada de dinheiro e pedia uma de cinqüenta, se não possuísse no momento deixava para depois, assim começou um novo ciclo, a cada retorno da cédula maior, adquiria junto ao banco mais troco. O volume diário foi aumentando e a idéia evoluindo não podia esperar mais o tempo das pessoas, comecei então a entrar nos comércios para buscar as cédulas grandes assim as transações ficaram mais ágeis. Irriguei a região central da cidade com cédulas de menor valor diluindo a concentração e drenei da região as maiores, como aproveitava todas as possibilidades algumas pessoas próximas pensaram que era uma obsessão, os que se sentiam ajudados me agradeciam, os que assistiam, estranhavam, mas segui minha pesquisa. Todos os dias situações novas, perguntas diferentes e nem sempre as respostas eram ouvidas, muitos julgamentos, a maioria queria me enquadrar em pré-conceitos econômicos e sociais, como não me adequava virei o tonto, o louco, mas como não fazia mal a ninguém, tudo bem!

Os números foram aumentando meus créditos acrescidos da contribuição dos amigos e familiares, mesmo para uma simples fatura de quinhentos reais as cédulas de cinco saiam da agencia na Avenida Brás Leme chegavam a Barra Funda trocadas no comércio e as cédulas grandes levadas para a Praça Patriarca na lotérica para a quitação do boleto injetando crédito para a empresa, cem cédulas na Barra Funda e dez cédulas de cinqüenta para a Caixa Econômica Federal.

Durante oito anos qualquer trabalho contratado foi pago em troco, reforma, manutenção, material de construção, mão de obra, tente imaginar o que acontece no bairro de Vista Alegre quando mil e quinhentas cédulas de dois entraram em circulação. Quanto foi o aumento do consumo?

No Bom Dia Brasil Miriam Leitão comentava o aumento do consumo o crédito farto com temor do retorno da inflação. Eu sorria feliz, a crise econômica estava fora do país, a ação era uma membrana protetora, parte do sistema imunológico financeiro, quanto mais pessoas tivessem acesso a cédulas mais pessoas teriam acesso a conhecimento, mais CDs, DVDs, programas vendidos na Santa Ifigênia, mais pessoas poderiam trafegar, mais pessoas poderiam se alimentar e tudo isso criando mais créditos para o sistema virtual. Foi uma inundação, todos sorrindo, todos vendendo e podendo comprar.

Aguardava a última cartada, o recebimento da venda do meu apartamento para mostrar em números e documentos tudo que havia feito todos os resultados culminando com o pré-lançamento de meu livro com a explicação da campanha, minhas raízes, sonhos, propostas de soluções, questionamentos dos valores sociais, minha irritação da forma que caminhava a assistência social, discriminatória, repetitiva. Depois de um processo de quase um ano foi depositado em uma poupança o valor do apartamento. Naquele ano os investimentos que fiz com crédito dos outros poderiam ser quitados. Pensei: Agora me levanto e todos que estão comigo. Saquei em média três mil cédulas por semana, aproximadamente nove mil reais em cédulas de dois e cinco reais, pedidas com antecedência ao gerente. Dei uma cópia da pré-edição ao gerente para evitar muitas explicações. O banco me facilitou o acesso aos valores.

Escolhi o final de semana do dia 6 e 7 de setembro, pelo apelo patriótico da data para o lançamento das primeiras trezentas copias do livro divulgando e tendo a resposta dos leitores para correções, Quis fazer um evento que trouxesse muita gente na casa da família e pretendia transformá-la em um espaço de eventos, pois a muito tempo deixou de ter função de moradia, os oitocentos metro quadrados com seu IPTU de oito mil reais anuais são irracionais para um funcionário público com renda de pouco mais de seiscentos. Para mostrar ao mundo o grupo eclético que mantinha ao meu lado busquei um grupo de pagode para abrir as festividades, contratei meus amigos para tudo, assessoria de imprensa, apoio virtual, mandei construir um palco, contratei som, luz, banheiros químicos, tudo em troco, para a banda de pagode dei um sinal de dois mil reais em cédulas de dois, um pacote fechado vindo diretamente do banco central para agendar a data que depois vim, a saber, que não constou na agenda virtual da banda, eles abririam o evento que contava com outros artistas e Djs e para o domingo contratei seis bandas de Reggae, seria um evento memorável se não tivesse sido trágico com conseqüências nacionais. Não vou entrar em detalhes dos motivos que detonaram minhas movimentações, mas a fonte secou e tudo que era abundante não circulava mais, criei o efeito inverso, todos os credores não podiam contar comigo, todos os pagamentos pós evento, cheques, cartões créditos pessoais não foram honrados nas datas previstas, tudo desmoronou. Na primeira semana percebi que algo grande estava acontecendo, o país pegou a crise. O coração de São Paulo, acostumado com a inserção constante de cédulas teve silenciosamente um artéria cortada, as pessoas ligadas a mim não puderam honrar suas dividas, foi estancado de uma vez o fluxo constante de três mil cédulas por semana, nove mil reais que passeavam pela superfície criando uma quantia diária de créditos virtuais com epicentro no coração financeiro da cidade. Imagine a quantidade de litros de combustível que eram comprados por dia. Percebi que a diminuição abrupta do poder de compra de tantas pessoas atingia num efeito dominó outras e o volume de cédulas foi se esvaindo para outros municípios, tudo muito rápido e por mais que me esforçasse não consegui apoio, então vi tudo ruir. O consumo caiu criando ondas devastadoras no planeta o petróleo despencou atingindo a Rússia lembre-se que São Paulo diminuiu o ritmo, as comodities despencaram, O Brasil recebe a crise e os especialistas não entendem, o presidente vai a TV e pede para as pessoas continuarem a comprar para a roda da economia continuar girando, Mirian Leitão mudou o tom, o medo chegou ao país. Nesse momento em total descrédito já não sabia mais o que fazer, parecia loucura Quixotesca! Só me restou o silencio e as tentativas vans de explicar o que aconteceu, um desequilíbrio da quantidade do sangue da economia.

O que percebi é que com algumas ações podemos realmente levantar um o país a um outro patamar e um homem não pode agir como Estado e um Estado não pode pensar como um individuo que tem seus limites orgânicos, falível e emocional. O Estado correto serve a todos, não é assalariado, ele direciona os impostos creditados em contas, geri esses números e deve adequar o fluxo de riqueza de forma ecológica e saudável para sua população equilibrando as discrepâncias sociais facilitando as relações sociais e cuidando de nossos recursos hídricos e energéticos.

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